São Luís

conteúdo, iconografia, pintura

Arredores da Cidade, São Luís, 1862

Aquarela inspirada por São Luís, com data estimada em 1863, atribuída ao italiano Giuseppe Leone Righini, que veio ao Brasil por volta de 1856 e se radicou entre o Maranhão e Pará. Com o título de Arredores da Cidade, a imagem retrata uma vista de São Luís, tomada às margens do Rio Anil, com vegetações da época e destaque de manguezais. Ao fundo, em posição central, pode-se notar em uma pequena elevação o local onde foi construída a futura Praça Gonçalves

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Residência às Margens do Rio Anil, São Luís, 1862

Aquarela inspirada por São Luís, com data estimada em 1862, atribuída ao italiano Giuseppe Leone Righini, que veio ao Brasil por volta de 1856 e se radicou entre o Maranhão e o Pará. Com o título de Residência às Margens do Rio Anil, a pintura nos mostra uma típica residência no Rio Anil. Nos detalhes pode-se notar a capacidade de navegabilidade do rio, onde pequenas embarcações a remo e a vela o utilizavam como uma das vias de acesso ao

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Paisagem Rural, São Luís, 1863

Aquarela inspirada por São Luís, com data estimada em 1863, atribuída ao italiano Giuseppe Leone Righini, que veio ao Brasil por volta de 1856 e se radicou entre o Maranhão e o Pará. Originalmente intitulada como Paisagem Rural, a pintura nos revela parte da foz do Rio Bacanga, tendo ao fundo, em cores esmaecidas, o bairro do Desterro, a Praia Grande e o promontório onde a cidade foi fundada e que serviu de abrigo ao centro administrativo da cidade. Conhecido também

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Sítio Sossego, São Luís, 1863

Aquarela inspirada por São Luís, com data estimada em 1863, atribuída ao italiano Giuseppe Leone Righini, que veio ao Brasil e se radicou entre o Maranhão e Pará, por volta de 1856. Originalmente intitulada como Sítio Sossego, a imagem nos mostra o que hoje é conhecido como Sítio Veneza, no bairro da Alemanha. Nela pode-se observar farta vegetação nativa e cultivada, algumas edificações ao fundo e o casarão, retratado em primeiro plano e até hoje existente no local.   Conhecido também

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Place du Palais & Entrée du Port, São Luís, 1856

Vista lateral da avenida Pedro II, tomada de um ponto alto e registrada em cromolitografia pelo alemão Friedrich Hagedorn, quando de sua passagem por São Luís do Maranhão, em 1856. Nela, o pintor, aquarelista e gravurista da Academia de Belas Artes de Munique, mostra um largo arborizado, tendo ao fundo um conjunto de edificações e uma panorâmica da Baia de São Marcos. Na obra, pode-se facilmente identificar em vista frontal o Palácio dos Leões e a prefeitura municipal, encimada curiosamente com

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Vue de La Cathedrale, São Luís, 1856

Cromo litogravura do alemão Friedrich Hagedorn, realizada em sua passagem por São Luís do Maranhão, em 1856, vindo da Academia de Belas Artes de Munique. Nela, o pintor, aquarelista e gravurista retrata a chegada de um cortejo religioso na Igreja de Nossa Senhora da Vitória, futura Sé Metropolitana. Compondo a obra, chama atenção os prédios laterais, o futuro Palácio Episcopal, um muro gradeado no que hoje é via de acesso à Praça Benedito Leite e duas torres ao fundo, que facilmente

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Place du Palais, São Luís, 1856

Cromo litogravura do alemão Friedrich Hagedorn, realizada em sua passagem por São Luís do Maranhão, em 1856. Nela, o pintor, aquarelista e gravurista mostra o largo arborizado do que vem a ser hoje a Avenida Pedro II. Como composição, a obra traz duas fileiras de edificações, onde se pode distinguir o Palácio dos Leões e a prefeitura municipal, encimada curiosamente com a bandeira da França. Mais para o fundo, pode-se observar parte da foz do Rio Bacanga, onde se situava o primeiro

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Palácios & Palafitas

Produzido em 1980 em uma aula prática do Cineclube Uirá, patrocinado pelo Programa de Estágio Extracurricular da Universidade Federal do Maranhão, Palácio & Palafitas registra em pouco mais de sete minutos o modo de vida e as dificuldades dos moradores das palafitas que se multiplicavam pelos alagados e beira de rios de São Luís, durante o maior êxodo rural ocorrido no estado, entre os anos de 1960 e 1970. Dirigido por Ribamar Mendes, com a participação de Hilda Chagas, Gedecy

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O Milagre do Maranhão

O documentário traz uma retrospectiva do período em que José Sarney foi governador do Maranhão, entre 1966 e 1970. Produzido por Isaac Rosemberg, o argumento trata de forma institucional assuntos ligados a realizações nas áreas da saúde, educação e infraestrutura. Possivelmente filmado em 16 milímetros, os dez minutos de edição mostram imagens originais e curiosas da construção das barragens do Bacanga e Batatã, do porto do Itaqui, da hidroelétrica de Boa Esperança, e das pontes do Estreito dos Mosquitos e

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ZBM S/A

Produzido em 1977 por José da Conceição Martins, o documentário mostra a decadente zona do baixo meretrício de São Luís, já em fim do apogeu vivido entre o período pós-guerra e a década de 1960. As locações das filmagens parecem situar-se no coração do centro histórico da cidade, entre as ruas 28 de Julho, Rua da Saúde e suas travessas. Infelizmente mudo, o filme retrata cenas reais do cotidiano do então gueto de prostituição, formado entre casarões e moradas inteiras,

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Arredores da Cidade, São Luís, 1862

Aquarela inspirada por São Luís, com data estimada em 1863, atribuída ao italiano Giuseppe Leone Righini, que veio ao Brasil por volta de 1856 e se radicou entre o Maranhão e Pará. Com o título de Arredores da Cidade, a imagem retrata uma vista de São Luís, tomada às margens do

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Residência às Margens do Rio Anil, São Luís, 1862

Aquarela inspirada por São Luís, com data estimada em 1862, atribuída ao italiano Giuseppe Leone Righini, que veio ao Brasil por volta de 1856 e se radicou entre o Maranhão e o Pará. Com o título de Residência às Margens do Rio Anil, a pintura nos mostra uma típica residência

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Paisagem Rural, São Luís, 1863

Aquarela inspirada por São Luís, com data estimada em 1863, atribuída ao italiano Giuseppe Leone Righini, que veio ao Brasil por volta de 1856 e se radicou entre o Maranhão e o Pará. Originalmente intitulada como Paisagem Rural, a pintura nos revela parte da foz do Rio Bacanga, tendo ao fundo,

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Sítio Sossego, São Luís, 1863

Aquarela inspirada por São Luís, com data estimada em 1863, atribuída ao italiano Giuseppe Leone Righini, que veio ao Brasil e se radicou entre o Maranhão e Pará, por volta de 1856. Originalmente intitulada como Sítio Sossego, a imagem nos mostra o que hoje é conhecido como Sítio Veneza, no

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Place du Palais & Entrée du Port, São Luís, 1856

Vista lateral da avenida Pedro II, tomada de um ponto alto e registrada em cromolitografia pelo alemão Friedrich Hagedorn, quando de sua passagem por São Luís do Maranhão, em 1856. Nela, o pintor, aquarelista e gravurista da Academia de Belas Artes de Munique, mostra um largo arborizado, tendo ao fundo um

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Vue de La Cathedrale, São Luís, 1856

Cromo litogravura do alemão Friedrich Hagedorn, realizada em sua passagem por São Luís do Maranhão, em 1856, vindo da Academia de Belas Artes de Munique. Nela, o pintor, aquarelista e gravurista retrata a chegada de um cortejo religioso na Igreja de Nossa Senhora da Vitória, futura Sé Metropolitana. Compondo a obra,

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Place du Palais, São Luís, 1856

Cromo litogravura do alemão Friedrich Hagedorn, realizada em sua passagem por São Luís do Maranhão, em 1856. Nela, o pintor, aquarelista e gravurista mostra o largo arborizado do que vem a ser hoje a Avenida Pedro II. Como composição, a obra traz duas fileiras de edificações, onde se pode distinguir o

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Palácios & Palafitas

Produzido em 1980 em uma aula prática do Cineclube Uirá, patrocinado pelo Programa de Estágio Extracurricular da Universidade Federal do Maranhão, Palácio & Palafitas registra em pouco mais de sete minutos o modo de vida e as dificuldades dos moradores das palafitas que se multiplicavam pelos alagados e beira de

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O Milagre do Maranhão

O documentário traz uma retrospectiva do período em que José Sarney foi governador do Maranhão, entre 1966 e 1970. Produzido por Isaac Rosemberg, o argumento trata de forma institucional assuntos ligados a realizações nas áreas da saúde, educação e infraestrutura. Possivelmente filmado em 16 milímetros, os dez minutos de edição

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ZBM S/A

Produzido em 1977 por José da Conceição Martins, o documentário mostra a decadente zona do baixo meretrício de São Luís, já em fim do apogeu vivido entre o período pós-guerra e a década de 1960. As locações das filmagens parecem situar-se no coração do centro histórico da cidade, entre as

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