História

Fragmentos

Produção conjunta de Ivan Sarney Costa e João Ubaldo de Moraes, na São Luís de 1983. Fotografado em película super-8, o filme reúne em oito minutos cenas fragmentadas de violência, misturadas com passagens de ritos religiosos e do movimento hippie, que marcou a mudança no comportamento dos jovens, a partir da segunda metade da década de 1960. De forma bem conceitual, a produção induz a um questionamento sobre a própria existência divina, repetido diversas vezes pelo olhar de um palhaço,

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Tremetal vel Pratum Fluctuans

Prado flutuante perto de Alcântara, na Província do Maranhão, desenhado em aquarela sobre papel por Carl Friedrich Phillipp von Martius em 1869, durante a Missão Austríaca em expedição pelo nordeste brasileiro. A imagem foi gravada por Friedrich Hohe em litografia a duas cores (preto e sépia), no formato 29,1 x 44,8 cm. A sua publicação se deu no primeiro dos 15 volumes de Flora Brasiliense, publicação dividida em 40 partes, em um total de 10.367 páginas, editadas pelo próprio von

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Sem Censura

Produção de João Ubaldo de Moraes, com narração de Roberto Fernandes, realizada no campus da Universidade Federal do Maranhão em 1983. O filme mostra uma passeata de alunos do curso de Comunicação Social, organizada em protesto ao ato de censura de um dos artigos que seria publicado no Jornal Laboratório, editado por alunos da faculdade, sob direção de professores designados pela reitoria. Produzido no formato super-8, o filme chama a atenção por se tratar do registro da primeira manifestação estudantil

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Rua 15 de Novembro

Rua 15 de Novembro

Detalhe em preto e branco da Rua 15 de Novembro, no município de Carolina, Maranhão, de autoria de Cândido Marinho Oliveira. Realizada em data desconhecida, a fotografia mostra a qualidade das cópias em gelatina e prata, usadas a partir de 1873. Para bons resultados, o método utilizava uma camada adesiva transparente de gelatina, que fixava os sais fotossensíveis sobre uma folha de papel, o que propiciou a difusão da fotografia em larga escala. Uma única cópia pode ser encontrada no

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Vue Partielle le Rio Bacanga

Vista do Rio Bacanga, em maré baixa. Possivelmente fotografada do lado a jusante da margem, dado os detalhes que parecem ser o atual bairro da Madre Deus e as duas torres da Igreja de Santo Antônio. Extraída da página 35, do relatório da missão do Ministère du Commerce, intitulado Au Brésil, États de Piauhy et de Maranhão e redigido por Paul Walle, a foto foi editada e publicada em 1912, pela Librairie Orientale & Américaine, de E. Guimoto. Atualmente, um

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Vapeur sur le Rio Itapecuru

Registro de vapor com barcaças trafegando pelo Rio Itapecuru. A publicação chama a atenção para a inviabilidade do uso das vias fluviais maranhenses, já vítimas de assoreamento e da falta de limpeza dos canais, obstruídos por detritos e troncos de árvores. Extraída da página 49, do relatório da missão do Ministère du Commerce, intitulado Au Brésil, États de Piauhy et de Maranhão e redigido por Paul Walle, a foto foi editada e publicada em 1912, pela Librairie Orientale & Américaine,

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Tocantins avec le Rio Manoel Alves Grande

Confluência do Rio Tocantins com o Rio Manoel Alves Grande, na divisa dos estados do Maranhão e Tocantins. Na época, um importante entreposto comercial entre os municípios de Campos Lindos, Goiatins e Recursolândia (TO); Carolina, Riachão e Balsas (MA). Extraída da página 55, do relatório da missão do Ministère du Commerce, intitulado Au Brésil, États de Piauhy et de Maranhão e redigido por Paul Walle, a foto foi editada e publicada em 1912, pela Librairie Orientale & Américaine, de E.

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Rue de l’Estrella

A ilustração chama a atenção para o domínio comercial português, espalhado pelas ruas da Estrela, Grande, do Trapiche e do Sol, e para a pouca presença de alemães, italianos e franceses, além de comerciantes da região sul do país. Extraída da página 45, do relatório da missão do Ministère du Commerce, intitulado Au Brésil, États de Piauhy et de Maranhão e redigido por Paul Walle, a foto foi editada e publicada em 1912, pela Librairie Orientale & Américaine, de E.

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Place João Lisboa

Ponto central de cidade de São Luís, com destaque para a Igreja do Carmo e os casarões coloniais circundantes. A panorâmica chama atenção pela urbanização da época, com a ausência de ruas transversais, estações e trilhos de bondes. Extraída da página 43, do relatório da missão do Ministère du Commerce, intitulado Au Brésil, États de Piauhy et de Maranhão e redigido por Paul Walle, a foto foi editada e publicada em 1912, pela Librairie Orientale & Américaine, de E. Guimoto.

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Le “Pará” du Lloyd Brasileiro

Registro da chegada do navio Pará, da Companhia de Navegação Lloyd Brasileiro, ao porto de São Luís, na Praia Grande.  Na época, navios como esse operavam em serviços de cabotagem e no transporte de passageiro. Extraída da página 33, do relatório da missão do Ministère du Commerce, intitulado Au Brésil, États de Piauhy et de Maranhão e redigido por Paul Walle, a foto foi editada e publicada em 1912, pela Librairie Orientale & Américaine, de E. Guimoto. Atualmente, um exemplar

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Fragmentos

Produção conjunta de Ivan Sarney Costa e João Ubaldo de Moraes, na São Luís de 1983. Fotografado em película super-8, o filme reúne em oito minutos cenas fragmentadas de violência, misturadas com passagens de ritos religiosos e do movimento hippie, que marcou a mudança no comportamento dos jovens, a partir

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Tremetal vel Pratum Fluctuans

Prado flutuante perto de Alcântara, na Província do Maranhão, desenhado em aquarela sobre papel por Carl Friedrich Phillipp von Martius em 1869, durante a Missão Austríaca em expedição pelo nordeste brasileiro. A imagem foi gravada por Friedrich Hohe em litografia a duas cores (preto e sépia), no formato 29,1 x

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Sem Censura

Produção de João Ubaldo de Moraes, com narração de Roberto Fernandes, realizada no campus da Universidade Federal do Maranhão em 1983. O filme mostra uma passeata de alunos do curso de Comunicação Social, organizada em protesto ao ato de censura de um dos artigos que seria publicado no Jornal Laboratório,

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Rua 15 de Novembro

Rua 15 de Novembro

Detalhe em preto e branco da Rua 15 de Novembro, no município de Carolina, Maranhão, de autoria de Cândido Marinho Oliveira. Realizada em data desconhecida, a fotografia mostra a qualidade das cópias em gelatina e prata, usadas a partir de 1873. Para bons resultados, o método utilizava uma camada adesiva

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Vue Partielle le Rio Bacanga

Vista do Rio Bacanga, em maré baixa. Possivelmente fotografada do lado a jusante da margem, dado os detalhes que parecem ser o atual bairro da Madre Deus e as duas torres da Igreja de Santo Antônio. Extraída da página 35, do relatório da missão do Ministère du Commerce, intitulado Au

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Vapeur sur le Rio Itapecuru

Registro de vapor com barcaças trafegando pelo Rio Itapecuru. A publicação chama a atenção para a inviabilidade do uso das vias fluviais maranhenses, já vítimas de assoreamento e da falta de limpeza dos canais, obstruídos por detritos e troncos de árvores. Extraída da página 49, do relatório da missão do

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Tocantins avec le Rio Manoel Alves Grande

Confluência do Rio Tocantins com o Rio Manoel Alves Grande, na divisa dos estados do Maranhão e Tocantins. Na época, um importante entreposto comercial entre os municípios de Campos Lindos, Goiatins e Recursolândia (TO); Carolina, Riachão e Balsas (MA). Extraída da página 55, do relatório da missão do Ministère du

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Rue de l’Estrella

A ilustração chama a atenção para o domínio comercial português, espalhado pelas ruas da Estrela, Grande, do Trapiche e do Sol, e para a pouca presença de alemães, italianos e franceses, além de comerciantes da região sul do país. Extraída da página 45, do relatório da missão do Ministère du

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Ponto central de cidade de São Luís, com destaque para a Igreja do Carmo e os casarões coloniais circundantes. A panorâmica chama atenção pela urbanização da época, com a ausência de ruas transversais, estações e trilhos de bondes. Extraída da página 43, do relatório da missão do Ministère du Commerce,

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Le “Pará” du Lloyd Brasileiro

Registro da chegada do navio Pará, da Companhia de Navegação Lloyd Brasileiro, ao porto de São Luís, na Praia Grande.  Na época, navios como esse operavam em serviços de cabotagem e no transporte de passageiro. Extraída da página 33, do relatório da missão do Ministère du Commerce, intitulado Au Brésil,

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